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Opinião
Postada por:  Redação (Carmen Lúcia Marini Vieira Júlio),  em  13/03/2020 às 18h58
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A Maldição do Desenvolvimento

13/03/2020 às 18h58

Prof. Cícero Maia

Temos assistido a força que a natureza tem cobrado pelos desatinos industriais e sociais, com que a vida atual vem nos impondo, pelo mau uso de tudo o que fazemos nessa nossa vida e a que chamamos de moderna.

Vivemos num momento em que os descartáveis fazem parte indiscriminada da tortura pela qual o planeta vem passando. Vemos rios repletos de garrafas sem uso, plásticos de toda a natureza, utensílios domésticos desnecessários jogados em qualquer espaço, carcaças de pneus exauridos pelo excesso de uso, e ainda os aparelhos eletrônicos terminados ou não, funcionando ou não, abandonados à sorte, porque a indústria lançou um modelo novo e aquele já não serve mais.

Nós, sexagenários, jovens há mais tempo, estamos chegando de uma época onde não havia rigorosamente nada de descartável, por exemplo: não havia garrafas desprezáveis, todas eram de vidro. As que serviam de recipiente para o leite, cerveja, refrigerante ou similar, voltavam para fábrica, para serem usadas novamente. Só comprávamos o líquido; o recipiente não entrava no negócio. Nas casas havia um só aparelho de TV que servia a todos, e o controle remoto era o filho mais novo da família que trocava de canal, feliz da vida!

Não havia a maravilha nojenta das fraldas descartáveis. Os despojos fisiológicos das crianças eram dissolvidos em água e as fraldas eram lavadas, passadas e reusadas inúmeras vezes!

Não havia recipiente definitivo para embrulhar os alimentos, como açúcar, arroz, feijão, dentre outros, comprávamos aos quilos determinados, pelas posses financeiras dos consumidores. Não havia esse excesso de máquinas domésticas que tiraram a pessoalidade da manufatura dos alimentos, tais como batedeiras, Multimixter que cortam cebolas, descascam batatas, processadores de frutas, dentre outra miríade de utensílios domésticos que consomem mais energia elétrica, equipamentos eletrônicos, todos devidamente descartáveis para o meio ambiente, e esse faça o que quiser com o que não nos serve mais, domesticamente.

Por mais que se motive um processo educacional, no sentido do não uso de utensílios desprezáveis, para que os resíduos sólidos não se transformem em um ser que assassina o meio ambiente, esse procedimento é lento, nem sempre abrangente,

Falar em desenvolvimento é falar em produtividade e consumo com responsabilidade equilíbrio e sustentabilidade.


 






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