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Editorial
Postada por:  Redação (Carmen Lúcia Marini Vieira Júlio),  em  24/01/2020 às 21h52
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Um ano da tragédia em Brumadinho

24/01/2020 às 21h52

Os telejornais do país vêm noticiando os problemas causados em Brumadinho (MG) exatamente um ano depois da tragédia, que deixou 270 mortos — 259 já identificados e 11 ainda desaparecidos.

As coberturas especiais mostram como estão as investigações do desastre, a situação das famílias, o impacto da cidade e o futuro da Mineração Vale. Ao todo, a lama da Vale atingiu uma área de 7 milhões de metros quadrados, numa extensão de 10 quilômetros; e o Corpo de Bombeiros permanece com seus trabalhos ininterruptos sem previsão para terminar, sendo vasculhada 96% da área pelos agentes.

A população ribeirinha da Vila Ferteco em Brumadinho (MG), Região Metropolitana de Belo Horizonte, continua sofrendo amargamente com vidas ceifadas e devastação ambiental depois do rompimento da Barragem I da Mina do Feijão, da empresa Vale do Rio Doce, que estava desativada, mas comprometida pelo alto risco por ser obsoleta e pelo menor custo operacional. Um mar de lama percorreu o córrego Feijó e desaguou no rio Paraopeba, atingindo outros mananciais, notadamente o rio Doce.

            A exemplo de Mariana, que há mais de quatro anos sofre com rompimento de barragem, a maior tragédia humana e ecológica acontecida em 25 de janeiro de 1919, no vilarejo de Bento Rodrigues, está até hoje sendo resguardada pela Justiça pela impunidade às empresas. O gravíssimo e lamentável desastre teve efeito devastador em meio aos 13 milhões de metros cúbicos da terra rejeitada pela mineração por displicência e ganância financeira da empresa e por negligência dos poderes públicos, que têm a obrigação de garantir por meio das leis ambientais a segurança das comunidades e da natureza nas fiscalizações ambientais.

A catástrofe configurada no crime ambiental do rompimento de contenção de minérios merece com a máxima urgência a sensibilidade e responsabilidade dos Governos Federal e Estadual para modificações e atualizações na legislação.

Há 1 ano a comunidade ribeirinha chora a perda de seus entes queridos, de bens materiais e de sua história. A população brasileira, sensibilizada, clama pela morosidade da Justiça no cumprimento de responsabilidades e de penas máximas aplicadas à mineradora.

Espera-se uma intervenção urgente do Governo no cumprimento enérgico de leis de exploração de recursos minerais pelas empresas privadas, que coíbam políticas e práticas irresponsáveis que prejudiquem a saúde, as vidas humanas e dos animais e o meio ambiente.






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