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Crônicas
Postada por:  Redação,  em  14/05/2014 às 14h53
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Quando me tornei mãe?

14/05/2014 às 14h53

 Por Lívia Gome

Quando me tornei mãe?Não sei. Talvez no dia em que eu e Felipe vimos o resultado do exame de sangue, ou no primeiro ultrassom em que vi um feijãozinho de 2,5 cm com um coração batendo. Ou quando comecei a dormir mal de tanto xixi que eu fazia. Talvez quando a barriga começou a crescer e as pessoas se levantavam pra me ceder o lugar e me ofereciam água e perguntavam se eu estava bem porque eu sempre tinha cara de sono.

Posso ter me tornado mãe quando senti o primeiro chute na costela ou quando tive que ficar de molho de tanta dor nos quadris. Quando comecei a ter que ser substituída no trabalho porque tinha que viajar toda semana e os colegas queriam me poupar do esforço. Quando deixei de fazer um show e fiquei trabalhando na barraca porque a minha bolsa podia estourar a qualquer momento.

Devo ter me tornado mãe quando vi meu neném pela primeira vez. Naquele momento em que o bebê chorou e eu pensei: “Agora sim, posso seguir tranquila”. Ou quando me aproximaram da Cecília e ela parou de chorar imediatamente. Incrível isso!

Ah, não! Foi quando amamentei pela primeira vez!

Ou será que foi quando ela adoeceu?

Não sei não. É uma coisa muito doida esse negócio de ser mãe. Você simplesmente deixa de fazer o que você fazia, deixa de ser muita coisa do que você era. Seu sono, seu corpo, seu amor, seus amigos, seus pais, sua mãe! Sua mãe! O ponto de vista muda.

Você não consegue emprego porque as pessoas acham que você vai faltar muito porque seu filho ainda é pequeno e por ser o primeiro você não sabe como é difícil.

Acordo durante a noite, levanto às 6, às vezes às 5, às vezes às 4, porque ela não entende que ainda está de noite. Leio, brinco, sento, deito, levanto, corro, deito de novo, me descabelo, converso, rio demais. E como rimos juntas! E fazemos careta e chamamos: “PAPAI!” e conversamos mais e mais.

Acho que mãe se torna mãe a cada dia, a cada concessão, a cada carinho, a cada novidade. No choro, na risada, na careta, no primeiro passinho, no abraço, no mimo, no beijo, no infinito. Porque é um sentimento infinito esse que eu sinto. Que dói, mas que cura. Que aperta, mas que te torna grande. Que faz eu me sentir um cisquinho de poeira, mas ao mesmo tempo imprescindível na vida dessa coisinha, criaturinha mais linda, bonequinha, princesinha do meu coração.

Um PARABÉNS a todas as mães! À minha em especial. À dona Sileida. Às minhas amigas mães. Às minhas amigas que tantas vezes já foram minhas mães. Às tias-mães, às vovós-mães, aos pais-mães, professoras-mães... Que Deus sempre nos ilumine, nos redima, dê saúde pras nossas crias e pra nós e que nosso sono, apesar de curto, seja renovador.

Beijos em todas!!! Com muito carinho e admiração.






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