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Saúde
Postada por:  Redação (Carmen Lúcia Marini Vieira Júlio),  em  03/06/2013 às 10h36
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Rapidez no atendimento evita sequelas de AVC´s e infartos
O acidente vascular cerebral (AVC) e o infarto agudo do miocárdio são responsáveis pela morte de cerca de 17 milhões de pessoas por ano, em todo o mundo, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Nesse cenário, a OMS alerta para um aspecto positivo: 80% das ocorrências, que podem tirar a vida de uma pessoa em poucas horas, são preveníveis. Profissionais da saúde endossam a informação e afirmam que a identificação de sintomas e o atendimento médico imediato podem evitar sequelas e óbitos. Hábitos de vida saudáveis, como alimentação balanceada e atividade física regular, também são fundamentáveis para evitá-los.

03/06/2013 às 10h36

O acidente vascular cerebral (AVC) e o infarto agudo do miocárdio são responsáveis pela morte de cerca de 17 milhões de pessoas por ano, em todo o mundo, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Nesse cenário, a OMS alerta para um aspecto positivo: 80% das ocorrências, que podem tirar a vida de uma pessoa em poucas horas, são preveníveis. Profissionais da saúde endossam a informação e afirmam que a identificação de sintomas e o atendimento médico imediato podem evitar sequelas e óbitos. Hábitos de vida saudáveis, como alimentação balanceada e atividade física regular, também são fundamentáveis para evitá-los.

  De acordo com dados do Ministério da Saúde, o acidente vascular cerebral (AVC) está entre as causas mais letais em todo o mundo. No Brasil, é a principal causa de morte, com quase 100 mil vítimas somente em 2010. No ano passado, quase 180 mil internações e tratamentos vinculados ao problema custaram R$ 197,9 milhões ao SUS. O AVC ou derrame cerebral ocorre quando a circulação de sangue para o cérebro é interrompida, podendo ocorrer de duas formas: ou uma artéria ou uma veia se obstrui (isquêmico) ou se rompe (hemorrágico). Dependendo da região do cérebro atingida, ocorrem sintomas menos ou mais graves. Fatores de risco que podem desencadear AVCs são controláveis ou não. Os não controláveis incluem fatores como idade (envelhecimento e fragilidade das artérias); hereditariedade e características genéticas que vão determinar doenças que podem aumentar o risco, como hipertensão arterial; doenças metabólicas, como diabetes; doenças reumatológicas, como lúpus. Os fatores controláveis têm interferência pessoal, como falta de atividade física regular, alimentação inadequada e hábitos facilitadores de lesões arteriais. “Não há sintomas prévios que possamos identificar que uma pessoa terá um AVC. Ele acontece súbita e repentinamente. Daí, os sintomas se manifestam. Indícios como perda da fala, perda de força nos membros ou em um lado do corpo, dores de cabeça súbita ou intensa, perda da visão e desequilíbrio. O que se pode fazer é prevenir, considerando-se estes fatores de risco, para dificultar a ocorrência. Pode ocorrer com uma artéria muito pequena ou um grande tronco arterial. A gravidade vai depender da área do cérebro acometida”, afirmou o coordenador do serviço de neurologia clínica da Santa Casa BH, dr. Antônio Pereira Neto.

  O atendimento a uma pessoa que está sofrendo um AVC deve ser feito em até quatro horas – ou seis horas, em alguns casos. Quando ocorre, uma região do cérebro sofre imediatamente e outra área ao redor começa a sofrer os efeitos conforme a demora de intervenção médica, agravando o quadro e dificultando a recuperação. Se o tratamento for realizado em tempo curto, reduz-se a possibilidade de sequelas ou reverte-se todo o quadro. Se houver demora, as consequências podem ser graves, como mutismo permanente, perda total de movimentos de algum membro, impactos na força muscular, coordenação motora e sensitiva e até a morte.

  De acordo com o dr. Antônio Pereira, o Grupo Santa Casa BH está bem preparado para tratar casos de AVC, mas o paciente deve ser atendimento com urgência. “No pronto atendimento do Hospital São Lucas temos uma equipe de neurologia pronta para executar os procedimentos e uma retaguarda enorme com UTI’s, serviço de neurocirurgia, equipe de clínica médica e enfermeiras treinadas. Mas, se o paciente não chega a tempo, há pouco o que fazer. Nossa preocupação é educar a população e os serviços de saúde para que, diante de uma suspeita de AVC, o paciente seja levado imediatamente a um hospital de urgência”, completa.

 

INFARTO – O coração é o órgão responsável por distribuir nutrientes para o corpo usando o sangue como veículo. O coração também recebe nutrientes e oxigênio através das artérias coronárias, responsáveis pela irrigação do músculo cardíaco. Dizer que uma pessoa teve um infarto do miocárdio significa que suas artérias coronárias foram bloqueadas e ficaram incapazes de levar nutrientes e oxigênio pela ausência de irrigação sanguínea ao coração. “A essa ocorrência, chamada popularmente de ‘ataque cardíaco’, dá-se o nome de síndrome coronária aguda. A dificuldade coronária ocorre quando se formam ‘placas de gordura’ nas paredes das artérias, que ficam estreitas ou entupidas, podendo causar morte ou danos permanentes no coração quando o atendimento demora ou não ocorre”, afirma a médica coordenadora da UTI de cardiologia da Santa Casa BH, dra. Patrícia Martins. Os principais fatores de risco associados ao infarto do miocárdio são: tabagismo, ser portador de hipertensão arterial, diabetes mellitus, histórico familiar de doenças do coração, dieta com gordura em excesso, níveis de colesterol prejudiciais, especialmente colesterol LdL (“ruim”) alto e colesterol hdL (“bom”) baixo. Os sintomas mais comuns da síndrome coronária aguda são dor no peito ou no lado esquerdo do peito, relatada pela maioria das pessoas como uma sensação de aperto ou pressão. Essa sensação pode se espalhar pelo braço, pescoço, mandíbula ou estômago e pode estar acompanhada de mal-estar, náuseas, vômitos ou falta de ar, palidez e suor frio. De acordo com a dra. Patrícia Martins, a melhor maneira de agir diante da suspeita de infarto é procurar ajuda. A cada hora que se perde sem atendimento médico, as chances de óbito aumentam. “Deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro ou chamar uma ambulância. Evitar também os remédios caseiros, tais como água com bicarbonato ou fazer uso de antiácidos. O importante é ser ágil, pois o coração está sofrendo e quanto maior o tempo de sofrimento, piores são as consequências a longo prazo, como perda de grande parte do músculo cardíaco, desenvolvimento de insuficiência cardíaca e qualidade de vida ruim. Como toda doença crônica, a prevenção é muito importante. A pessoa deve cuidar da saúde, não fumar, ter atividade física regular e manter uma alimentação equilibrada”, alertou.

 ANGIOPLASTIA PRIMÁRIA – De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, no Brasil, 300 mil pessoas morrem anualmente devido a doenças cardiovasculares, como infarto, acidente vascular encefálico, insuficiências cardíaca e renal ou morte súbita. Ou seja, são 820 mortes por dia, 30 mortes por hora ou uma morte a cada 2 minutos. Para o infarto agudo do miocárdio, a angioplastia primária, que consiste na desobstrução da artéria do coração, é o tratamento mais efetivo na redução da mortalidade e das sequelas desta grave enfermidade. “Para tratamento de infarto agudo do miocárdio, a Santa Casa BH possui uma das maiores e melhores estruturas de hemodinâmica, UTI e cirurgia cardiovascular do Brasil, 24h por dia, para atendimento aos pacientes do SUS”, afirma o cardiologista dr. Antônio Mansur Bedeti.

Wagner Rodrigo Arratia Concha 
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