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Crônicas de Santão
Postada por:  Geraldo Santão,  em  28/05/2013 às 14h30
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Ele me parece simples como Jesus
Geraldo dos Santos Pires – Santão geraldo.santao@yahoo.com.br

28/05/2013 às 14h30

Amigos, eu já andei lendo livros que a minha Igreja proíbe ou, mais modernamente, não aconselha. Um desses livros chama-se “JESUS DOS 13 AOS 30”, e encontra-se entre aqueles que ela, a Igreja Católica, chama de “livros apócrifos” (apócrifo: diz-se de uma obra religiosa destituída de autoridade canônica). Melhor ainda: aquela que a Igreja não autorizou. E se ela não autorizou, não vale nada. Porém, por que a Bíblia não comenta, ou evita falar de Jesus e o que ele estava fazendo na idade mais importante de um homem, que é dos 13 aos 30 anos? Durante este tempo todo Jesus sumiu da Bíblia (?). Aí tem coisa! Amigos, vocês não são bobos, são? Isto mostra bem o pensamento ditatorial da nossa Igreja em outros tempos, quando ela se juntou a reis e rainhas cruéis, onde o que valia, para essas uniões, era o interesse tanto dos reis quanto da Igreja, notadamente na região da Europa, entre outras e, mais escandalosamente, na época da Idade Média, onde — isso todo mundo sabe — houve uma mortandade horrível, quando se queimavam em fogueiras pessoas de quem se desconfiavam não pertencerem à Igreja. Ou seja, se você não quisesse (ou se atrevesse) a ter outra religião, morria queimado, tudo isso feito, aprovado e estimulado por esta mesma Igreja que, mesmo sendo eu a escrever aqui, a maioria, que muito bem me conhece, vai pensar que estou mentindo ou exagerando! Mas não estou. As coisas eram muito diferentes antigamente.

Olhe que este livrinho que eu li “Jesus dos 13 aos 30”, conta a história daquele menino superdotado que, aos 12 anos, surpreendeu os sábios ao responder sobre conhecimentos que até aos mais brilhantes intelectuais da cúpula romana lhes pareceu impossível saber! Pois é. Ele mesmo: era o Jesus, com então 12 anos. Ele não foi bobo nem nada, pegou carona em um barco de transporte de seu tio, marinheiro, e se largou nos mares com ele, indo estar com os monges tibetanos. Lá, estudou seis anos as escrituras sagradas e sentiu mais sede de saber ainda. Foi em frente e parou na Grécia, onde estudou astronomia. Naquela época, ninguém poderia ser chamado de sábio se não soubesse de astronomia. Claro. O céu era a distância mais perto para qualquer homem que procurasse respostas para quaisquer mistérios. Por isso mesmo, lógico, ao procurar Deus, o homem olhava para cima. E até hoje, ninguém busca a Deus embaixo, mas nas alturas. Jesus, não somente estudou as escrituras sagradas, mas astronomia, matemática, política e outras. Gente, por favor, preste atenção aqui: no ano de 460 antes de Cristo nascer (olhem bem a distância!), foi aí que nasceu na Grécia um homem chamado Hipócrates, que é considerado o pai da medicina. Na verdade ele foi o primeiro organizador do que seria hoje o estudo e a prática da medicina. Depois é que tudo se evoluiu até chegar hoje e ser como é, mas quando Jesus tinha 20 anos a medicina já era feita há mais de, pelo menos, 400 anos. Por que, então, Jesus, que estava viajando e passando pela Grécia, não poderia ter estudado medicina e aprender a curar pessoas? Não riam, mas nas consciências das pessoas menos dotadas de conhecimentos, o mundo começou com Jesus. Por isso é que tem muita confusão. Se todos soubessem a História verdadeira, seria mais difícil enganar as pessoas. E as religiões não seriam esses autênticos instrumentos de guerra. O povo todo viveria em paz, se a verdade fosse uma só, como na realidade o é. Só que a religião tal prega uma coisa, a outra prega outra coisa, a outra faz... E assim tem sido.

Eu não posso, não tenho espaço aqui para esclarecer certas coisas inventadas pelas religiões e que fazem a turbulência entre os povos do mundo. Apenas quero dar umas poucas impressões sobre o Papa, que é Francisco, não demora ser Chico de Assis, Sua Santidade o Papa Chico... Mas nada disso importa. O que deveria importar ao mundo (e não é possível que ainda não estejam todos pensando como eu) é que: Por que será que ninguém falou o nome do papa agora eleito antes da votação? Foi uma surpresa para o mundo inteiro! Por que ele, que não quer saber de proteção de papamóvel (a de Deus basta), não quer saber de anel de ouro (o de prata serve), gosta de andar a pé com os cardeais, antecipadamente mostrou sua preferência pelos pobres, mostrou grandeza de espírito, ao receber e beijar cordialmente a presidente da Argentina (terra natal dos dois), ela que, ao contrário, sabe ser antipática. E outra: mais presunçosa e atrevida, no mundo, com certeza não há. Tanto que ela teria dito que ela, sim, deveria ser eleita papisa, no lugar de um papa. Mulher desclassificada, sabe? Está lá com o país que ela infelizmente governa numa situação de calamidade, em frangalhos, a Argentina, que em 1613, já tinha uma Universidade Federal de Ensino (e o Brasil só foi ter em 1928! Santo Deus). Pois ela já chegou de pires na mão perto do Papa, na maior cara de pau (ou será botox?), mas tenho certeza de que ele não é da mesma laia dela (são como óleo e água). Ela pode tratar de esconder sua arrogância, porque ele joga no time de Jesus, o time da humildade, da bondade, da verdade, mas, essencialmente, da coragem. Não tem possibilidade de eu estar enganado: este Papa, olhando-se para ele, vê-se a serenidade de Jesus, a humildade pura de Jesus, e a vontade santificada por Deus, com certeza, de cumprir a sua sublime missão no mundo. Vai, Francisco I... Que nome mais bem escolhido!...

 






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28/05/2013 às 14h30


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